
O texto articula experiências de mobilização comunitária, estudos linguísticos e práticas pedagógicas em diferentes etapas da Educação Básica, propondo atividades que integram oralidade, ludicidade e pertencimento territorial. Ao final, defende-se que reconhecer a ancestralidade indígena inscrita nos nomes de bairros, rios e reservas ambientais é um ato de resistência cultural e de afirmação identitária, capaz de contribuir para a construção de uma educação crítica, antirracista e ambientalmente comprometida.
Como citar:
Medeiros, Janiara de Lima. (2025). Identidade iguaçuana e ancestralidade indígena: um olhar pela linguagem e memória coletiva. Anais Eventos Brasil: https://doi.org/10.56238/CONEDUCA-025.


