Pedagogia das competências: Prós e contras

Com o neoliberalismo, em torno da década de 1980, se iniciam reflexões e debates sobre a educação por competências. No Brasil essa abordagem pedagógica ganha força no governo de Fernando Henrique Cardoso, por intermédio do Ministério da Educação. O governo adota o pensamento pedagógico empresarial e as diretrizes dos organismos e das agências internacionais e regionais. Esse modelo educacional atua dominantemente a serviço do pensamento de mercado como diretriz e concepção educacional do Estado. Não é casual que a ideologia das competências esteja no centro dos parâmetros e diretrizes educacionais e dos mecanismos de avaliação, pois trazem a perspectiva neoliberal. Nessa perspectiva são os empresários que indicam as qualidades desejáveis para um trabalhador de excelência. Por qualidades entenda-se “competências”.

O objetivo deste trabalho é despertar inquietações, reflexões e discussões a respeito dos aspectos positivos e negativos do ensino competências que, como todas as esferas e categorias de análise possuem opiniões, divergências e convergências que contribuem para o desenvolvimento de políticas (neste caso, políticas públicas educacionais).

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